Comemoração do Dia da Mãe




No âmbito da Comemoração do Dia da Mãe a Associação de Pais e Encarregados de Educação da EBI de Boliqueime, através da oferta de uma flor, quis chamar a atenção da Comunidade Educativa para o facto de que todos dias serem importantes para manifestarmos o nosso Amor, muito especialmente pelas mães, mas também pelos pais em geral. Aproveitando este gesto bonito, a BE deixa aqui expresso um merecido elogio a esta e a todas as Associações de Pais e Encarregados de Educação que integram o nosso Agrupamento de Escolas de Boliqueime, pelo excelente trabalho que desenvolvem com muito empenho, dedicação, sacrifício, ... e, decerto, muito Amor.
A nossa BE também se associou à comemoração deste Dia da Mãe e na Hora da Animação da Leitura e da Escrita, com os alunos do 2º B, da professora Sara, a sua Professora Bibliotecária lançou-lhes o desafio de inventarem uma Poesia dedicada às Mães. Rapidamente, os pequenos poetas encheram-se de inspiração e as ideias começaram a jorrar das suas boquinhas, cheias de carinho e de imaginação. Vejam como ficou bonita.

MINHA MÃE…

Mãe, és bela, tão bela quanto o desabrochar de uma flor.

Cheiras bem como as rosas num jardim.

Olha Mãe, sei que quando estou triste dás-me carinhos, miminhos, beijinhos e dás-me muita alegria.

Eu vivo para ti, como tu vives para mim.

Mãe, és um Mundo na minha mão.

Gosto tanto de ti, como sei que gostas de mim

És tão docinha como uma laranjinha.

Mãe, sei também que gostas de mim como de uma bola de Berlim.

És maravilhosa e muito querida, porque me amas muito e preocupas-te comigo.

Mãe, és uma sereia no meu mar.

E és fofinha como uma coelhinha.

Mãe, gosto de ti como do Sol, pois és a luz que ilumina a minha vida!


Autores do Poema: Turma 2º B
EBI Professor Doutor Aníbal Cavaco Silva
29/04/2010

O 25 de Abril na BE com a Comunidade Educativa



No passado dia 26 de Abril recebemos na nossa BE elementos da nossa Comunidade Educativa que vieram partilhar as suas memórias e experiências, no âmbito do antes e do pós 25 de Abril de 1974, nomeadamente a sua ligação à Guerra Colonial. Os nossos convidados foram o Sr. José António Saavedra (pai de uma aluna), o Sr. José Rodrigues (funcionário da escola de Boliqueime) e o Sr. Matias (amigo de um familiar de uma aluna). Foi com muita emoção que partilharam os sentimentos e as vivências que os unem a esta fase da nossa História de Portugal. A assistência composta por alunos de várias turmas e ciclos, por professores e outros elementos da comunidade educativa esteve muito atenta e participativa na colocação de questões. No final desta actividade, os alunos ofereceram aos convidados e a todos os professores e funcionários que se encontravam na escola de Boliqueime, num gesto simbólico, um cravo vermelho que se fazia acompanhar da frase: "1974-2010 - Da Ditadura à Democracia - Abril Sempre!".
Durante esta semana esteve também patente uma exposição com trabalhos de pesquisa, dos alunos dos 6º anos, da Professora Noémia Coelho, Álbuns de Fotografias de familiares de alunos com fotos da sua estadia na Guerra Colonial e ainda uma exposição de quadros com cartazes que que marcaram , ao longo dos anos, a comemoração do 25 de Abril de 1974.
A todos os que contribuíram para o sucesso desta actividade na nossa BE o Nosso Muito Obrigado.


Os Vampiros de Zeca Afonso


Zeca Afonso foi um notável compositor de música de intervenção, durante um dos mais conturbados períodos da história recente portuguesa. Como compositor, soube conciliar de forma notável a música popular e os temas tradicionais com a palavra de protesto.Em 1987, José Afonso deixou-nos, vítima de doença incurável. Além de ser, juntamente com Adriano Correia de Oliveira, um dos mentores da canção de intervenção em Portugal e um baladeiro/compositor notável, soube conciliar a música popular portuguesa e os temas tradicionais com a palavra de protesto, Zeca trilhou, desde sempre, um percurso de coerência. Na recusa permanente do caminho mais fácil, da acomodação, no combate ao fascismo de Salazar, na denúncia dos oportunistas, dos "vampiros".

A Revolução do 25 de abril explicada aos + novos

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O que é que aconteceu aos presos políticos depois do 25 de Abril?

A Literatura e o 25 de abril

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Comemoração do 25 de Abril de 1974

“Letra para um hino"

É possível falar sem um nó na garganta
É possível amar sem que venham proibir
É possível correr sem que seja a fugir.
Se tens vontade de cantar não tenhas medo: canta.

É possível andar sem olhar para o chão
É possível viver sem que seja de rastos.
Os teus olhos nasceram para olhar os astros.
Se te apetecer dizer não grita comigo: Não.

É possível viver de outro modo.
É possível transformares em arma a tua mão.
É possível o amor. É possível o pão.
É possível viver de pé.

Não te deixes murchar. Não deixes que te domem.
É possível viver sem fingir que se vive.
É possível ser homem.
É possível ser livre livre livre.”

Manuel Alegre, O canto e as armas


23 de Abril, Dia Mundial do Livro



Este dia foi instituído pela Unesco, procurando encorajar as pessoas “a descobrir o prazer da leitura e a respeitar a obra insubstituível daqueles que contribuíram para o progresso social e cultural da Humanidade”.
A data foi escolhida em função de grandes autores da literatura mundial que nasceram ou morreram neste dia, como é caso de Cervantes, Shakespeare, Inca Garcilaso de la Vega e Vladimir Nabokov.
Nesta data celebra-se, igualmente, o direito de autor, um direito que é reconhecido pela Declaração Universal dos Direitos do Homem (artigo 27º) e pela Constituição da República Portuguesa (artigo 42º). O direito de autor é uma garantia de defesa do património e dos valores culturais.